Sunday, April 6, 2008

E parabéns, Elisewin!

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A Duffy é uma rapariga que apareceu no pior momento possível. Fosse há um ano atrás, e podia estar muito mais acima do que está agora, livre de quaisquer comparações. Mas agora tem que aguentar ser acusada de copy-cat e isto e aquilo. Não a estou a defender. Simplesmente acho que se devia analisar o trabalho anterior ao lançamento do álbum, o percurso dela e preferências musicais para depois, sim, começar a atirar pedras.
Já ouvi Rockferry. Não me aquece nem me arrefece. Acho que a rapariga tem uma voz que às vezes puxa para o irritante. Mas não é a nova Amy Winehouse nem nada do que se diz por aí. É o que é. E se é para ser comparada a alguém... que seja com a Dusty Springfield.


mesmo que não corte fundo, apanha tétano



A ideia base é um disparate pegado: uma família que gere uma loja onde se vendem artefactos para as pessoas se suicidarem, num futuro distante. Ora, se formos realistas, uma pessoa não precisa de ir muito longe para encontrar lâminas, cordas ou pistolas. Mas pronto, é a ideia que o senhor teve, é a ideia a que nos temos que agarrar. A família caracteriza-se pelo carácter geral de depressão: um filho anoréctico com enxaquecas fortíssimas, uma filha com problemas de auto-estima e uns pais que encorajam esses sentimentos. Até o filho mais novo nascer e demonstrar um imenso amor à vida. Moral da história? Aprender a dar valor à vida. Lame, não? Seria-o, se o livro, apesar da ideia banal e com arestas por limar não conseguisse prender a atenção e ter laivos engraçados de humor negro. Portanto, não é uma obra de arte, não é mórbido, mas consegue entreter durante uma tarde. E serviu para descobrir que gosto muito dos nomes Vincent e Marilyn. Ou seja, tenho mesmo que ter filhos no estrangeiro.

Friday, April 4, 2008

Algumas pessoas deviam viver para sempre.

Thursday, April 3, 2008

reason #1 why MGMT will inherit the earth

Não é o vídeo oficial. Estou tão, tão viciada no Oracular Spectacular. Não me apetece cozinhar, mas a vida hoje é fantástica.







*tutututu tururututuuuuu tuuuuu*

Wednesday, April 2, 2008

Odete Santos é sapiência

"... porque a Igreja naquele tempo era uma Igreja de massas! A Igreja dos nossos dias é uma Igreja de elites. Aliás, isso está muito bem explicado no 'Código da Vinci'!"

*sorriso matreiro para a Fernanda Freitas*

"No Código da Vinci isso está muito, muito bem explicado."

Porque, meus caros, o Código da Vinci é um guia de ideias contemporâneas bastante precisas.

Tuesday, April 1, 2008

ó extrudes!

Será que aquelas coisas de dobrar mil e quinhentas folhas de papel e lamber mil e quinhentos envelopes custa assim tanto? É que às vezes uma pessoa dá por si a pensar. Ou então podia vender algo valioso. A questão é que eu não tenho nada valioso, a não ser que roube aos progenitores. O que não é eticamente e moralmente bonito. Josézito. Apetecia-me só ter um bocadinho, só um bocadinho mais de dinheiro. Assim só mais uns duzentos eurinhos, coisa pouca.

Sabe bem acordar às 8:35 e saber que a aula é só às 11:50. Também sabe bem acordar às 8:35 e pensar subconscientemente "e eu vou lá por causa duma aula?" e levar uma chapada do consciente para não me armar em parva.

Solinho. Se estivesse em Setúbal e se tivesse carta (ou seja, uma série de variantes que num futuro próximo se prevêm pouco prováveis) ia até ao Creiro apanhar sol nas pernas. E daí talvez não, o Creiro tem abelhas a mais. Ia para aquelas praias pequeninas do Portinho, ou para o Monte da Areia. Lembro-me tão bem de estar lá com as minhas primas quando éramos pequeninas e irmos a correr largadas do cimo do Monte até à agua. Ou virmos a rebolar pela areia. Não sei porque é que deixei de gostar de praia de um momento para o outro; costumava ser daquelas crianças que nunca saem de dentro de água e que parecem ter um comportamento hiper-activo. Assim de repente, praia no Verão passou de 'simsimsim' para 'tem mesmo de ser?'. Sabe-me muito melhor nestes primeiros dias de Primavera, quando ainda ser dia às 20h ainda parece ser novidade e o Sol está aquele quentinho que não chateia. A Arrábida deve estar tão bonita...

Já descobri porque é que a compilação da Judy Garland com 4 CD's me custou 4€. Quer dizer, óbvio que a razão não é esta, mas apetece-me dizer que sim. Os nomes das músicas aparecem todos mal escritos no Winamp e no WMP. Deve ter sido erro de escrita durante a gravação ou algo do género (o meu conhecimento a nível técnico da coisa diz-me que é melhor ficar caladinha para não me enterrar muito). De maneira que o clássico Zing! Went the Strings of My Heart viu-se reduzido a Zingl When the Strings of My Heart.

E com estas coisas bonitas vos deixo às vossas vidinhas normais, que a minha também anda bastante suavezinha que Deus a tenha mas ainda quero ronhar mais umas horas antes daquela Química bem estimulante que se finge que se aprende no curso.